Henry Nowak repetidamente disse à polícia "Não consigo respirar" e que havia sido esfaqueado antes de morrer sob custódia

Henry Nowak, em seus momentos finais, disse aos policiais nove vezes que não conseguia respirar e quatro vezes que havia sido esfaqueado. Em vez de prestar socorro médico imediato, um policial o arrastou sobre cascalho, algemou-o e leu seus direitos. Essas foram as últimas palavras que ele ouviu antes de morrer. O incidente está sendo investigado.

Junho 2, 2026 - 07:07
Henry Nowak repetidamente disse à polícia "Não consigo respirar" e que havia sido esfaqueado antes de morrer sob custódia
K13 News
  • Um caso perturbador veio à tona envolvendo a morte de Henry Nowak, que repetidamente disse aos policiais que o atenderam que não conseguia respirar e que havia sido esfaqueado — apenas para ser arrastado sobre cascalho, algemado e ter seus direitos Miranda lidos em seus momentos finais. De acordo com imagens de câmeras corporais e depoimentos de testemunhas obtidos pela mídia local, Nowak disse aos policiais “Não consigo respirar” pelo menos nove vezes e afirmou quatro vezes que havia sido esfaqueado. Apesar de seu evidente sofrimento e repetidos apelos, os policiais supostamente não prestaram assistência médica imediata. Em vez disso, um policial o arrastou pelo chão antes de algemá-lo e ler seus direitos.

  • Essas foram as últimas palavras que Henry Nowak ouviu. Ele foi declarado morto pouco depois no local. O incidente gerou indignação e pedidos por uma investigação independente completa sobre a conduta dos policiais envolvidos. Grupos de direitos civis e ativistas locais descreveram o tratamento dado a Nowak como “desumano” e exigem transparência, incluindo a divulgação imediata de todas as imagens das câmeras corporais e de vigilância. O departamento de polícia confirmou que uma investigação interna está em andamento e que os policiais envolvidos foram afastados administrativamente. Nenhuma acusação foi formalizada até o momento. A família de Henry Nowak contratou advogados de direitos civis renomados e planeja entrar com uma ação judicial federal por violação de direitos civis contra o departamento. “Meu filho implorava por ajuda e eles o trataram como um animal”, disse um familiar em um depoimento emocionado. Este caso se soma a uma crescente lista de mortes controversas envolvendo custódia policial em todo o país, reacendendo o debate nacional sobre o uso da força, protocolos de desescalonamento e responsabilização.

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