Paulo Figueiredo revela: processo para nova Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes já está pronto e aguarda decisão de Trump

O jornalista Paulo Figueiredo afirmou que o processo para inclusão do ministro Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky dos Estados Unidos já está totalmente preparado e aguarda apenas a aprovação final do presidente Donald Trump. A medida visa sancionar o ministro por supostas violações sistemáticas de direitos humanos e censura política.

Maio 30, 2026 - 20:31
Paulo Figueiredo revela: processo para nova Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes já está pronto e aguarda decisão de Trump
pleno.news/
  • O jornalista e comentarista político Paulo Figueiredo afirmou que o dossiê completo para a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky dos Estados Unidos já está finalizado e aguarda apenas a assinatura do presidente Donald Trump. A Lei Magnitsky permite que o governo americano imponha sanções econômicas e de viagem a indivíduos estrangeiros envolvidos em graves violações de direitos humanos, corrupção ou ataques à democracia. Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, tem sido um dos principais articuladores da iniciativa contra Moraes.“Está tudo pronto. O processo para enquadrar Alexandre de Moraes na Magnitsky está completo. Agora depende apenas da decisão do presidente Trump”, declarou Figueiredo em entrevista.

  • O jornalista apontou como principais motivos para a sanção as sucessivas decisões de Moraes que teriam violado direitos fundamentais, como liberdade de expressão, devido processo legal e separação de poderes. “Ele age como um ditador judicial. Censura, prende sem julgamento justo e persegue adversários políticos. Isso não pode ficar impune”, disse. A possível inclusão de Moraes na lista Magnitsky geraria consequências graves: bloqueio de bens nos EUA, proibição de entrada no país e isolamento internacional. Analistas avaliam que a medida teria forte impacto simbólico e prático, especialmente se estendida a outros membros do STF ou do governo Lula.

  • Figueiredo reforçou que a iniciativa conta com apoio de setores conservadores americanos e de exilados brasileiros em Washington. “Não é mais uma ideia. É um processo formal que está sobre a mesa de Trump”, completou.Até o momento, nem o Supremo Tribunal Federal nem o Itamaraty se pronunciaram sobre a informação. O Palácio do Planalto também permanece em silêncio. A declaração de Paulo Figueiredo aumenta a pressão internacional sobre Alexandre de Moraes e reforça o isolamento do Judiciário brasileiro perante governos conservadores no exterior.

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