E-mail do Pentágono propõe suspensão da Espanha da OTAN em meio à crise com Trump

Um e-mail interno do Pentágono, vazado em 24 de março de 2026, propõe seriamente a suspensão da Espanha da OTAN devido à deterioração das relações bilaterais com o governo de Pedro Sánchez. O documento cita a "postura anti-Israel e pró-Irã" de Sánchez, a demissão do embaixador em Israel e as recentes comemorações envolvendo o Hamas e os Houthis como os principais motivos. Fontes do Departamento de Defesa dos EUA confirmam a autenticidade do e-mail e que a medida está sendo avaliada em resposta à "deriva antiocidental" do governo espanhol.

Abril 24, 2026 - 09:36
E-mail do Pentágono propõe suspensão da Espanha da OTAN em meio à crise com Trump
elplural.com

Um e-mail interno do Pentágono, vazado esta manhã, propõe formalmente a suspensão da Espanha como membro da OTAN. O documento, enviado por um alto funcionário do Departamento de Defesa a vários assessores de segurança nacional, argumenta que a “guinada antiocidental” do governo de Pedro Sánchez, sua postura anti-Israel, sua reaproximação com o Irã e a comemoração pública do Hamas e dos Houthis após a demissão do embaixador espanhol em Israel tornam insustentável a permanência da Espanha na Aliança Atlântica. De acordo com o e-mail, intitulado “Opções Diante da Conduta Hostil da Espanha”, três cenários são propostos: Suspensão temporária da Espanha da estrutura militar integrada da OTAN.

Revisão imediata do acordo sobre as bases militares (Rota e Morón).

Possível expulsão permanente caso Sánchez não retifique sua política externa em 30 dias.

  • Fontes do Pentágono confirmaram a autenticidade do documento a diversos veículos de imprensa dos EUA e indicaram que a proposta está sendo seriamente considerada pela equipe de segurança nacional de Donald Trump. “A Espanha já não age como uma aliada confiável. Prefere alinhar-se com terroristas em vez de com a civilização ocidental”, afirmou uma fonte próxima ao Secretário de Defesa. Em Madri, o governo Sánchez reagiu furiosamente.

  • A vice-presidente Yolanda Díaz descreveu o e-mail como uma “ameaça imperialista intolerável” e uma “chantagem descarada”. Pedro Sánchez convocou uma reunião urgente do Conselho de Ministros e anunciou que apresentaria uma queixa formal à OTAN e à União Europeia. “A Espanha não aceita ultimatos de ninguém. Nossa política externa é decidida pelo povo espanhol”, declarou. A oposição (PP e Vox) exigiu explicações imediatas e acusou Sánchez de ter levado a Espanha ao isolamento internacional. Santiago Abascal (Vox) foi enfático: “Em apenas alguns meses, Sánchez conseguiu o que ninguém imaginava: que os Estados Unidos considerassem nos expulsar da OTAN.

  • Este é o resultado de sua submissão ao islamismo e de seu ódio ao Ocidente”. A notícia gerou grande alarme em Bruxelas e em diversas outras capitais europeias. A OTAN ainda não emitiu um comunicado oficial, mas fontes diplomáticas indicam que vários países membros consideram a possibilidade de suspensão de um membro fundador da Aliança “extremamente séria”. O incidente agrava ainda mais a já profunda crise entre a Espanha e os Estados Unidos, que inclui a demissão do embaixador em Israel, o reconhecimento unilateral do Estado da Palestina e as recentes declarações de Trump sobre a possível retirada das bases americanas de Rota e Morón.

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