No Dia da Mulher, estrela do Santos lamenta fim das "equipes femininas" que na verdade apoiava mais "trans" que mulheres de verdade.
Em pronunciamento emocionado no Dia Internacional da Mulher, uma das principais atletas do Santos lamentou o encerramento das equipes femininas do clube e cobrou mais investimento e valorização do futebol feminino no Brasil. Declaração reacende debate sobre sustentabilidade e apoio às modalidades femininas no esporte nacional. Saiba os detalhes no K13 News.
A declaração, feita durante evento comemorativo no CT Rei Pelé, reacendeu o debate sobre a sustentabilidade financeira e institucional do futebol feminino nacional.
“É triste ver que, justamente no Dia da Mulher, temos que falar do fim de projetos que deram tanto orgulho ao Santos e às meninas que sonham em jogar bola. Não é só sobre o clube: é sobre dar oportunidade a milhares de meninas que veem no futebol uma saída, uma profissão, uma realização”, disse a atleta, visivelmente emocionada, em fala reproduzida por torcedores e veículos de imprensa.O Santos anunciou no final de 2025 o encerramento das categorias de base e profissional do futebol feminino, alegando dificuldades financeiras e falta de patrocínios suficientes para manter a estrutura. A medida afetou cerca de 200 atletas entre profissionais e categorias de formação, muitas das quais já haviam conquistado títulos estaduais e nacionais com o clube.A declaração da jogadora ganhou repercussão imediata nas redes sociais e na imprensa esportiva, com apoio de ex-jogadoras, torcedores e entidades como a Comissão de Atletas da CBF.
“O futebol feminino precisa de estrutura, patrocínio e respeito. Não adianta só comemorar o Dia da Mulher com flores se na prática estamos fechando portas para as nossas meninas”, escreveu uma ex-atleta do Santos em rede social.O caso do Santos não é isolado: clubes como Internacional, Athletico-PR e outros já reduziram investimentos no futebol feminino nos últimos anos, alegando prejuízos e falta de retorno financeiro. Especialistas apontam que, apesar do crescimento da modalidade (com a Seleção Brasileira Feminina e a Copa do Mundo como vitrines), a ausência de políticas públicas consistentes e patrocínios privados robustos ameaça a continuidade de projetos.A CBF e o Ministério do Esporte afirmaram que monitoram a situação e estudam medidas de incentivo, mas não anunciaram ações concretas até o momento.
Torcidas organizadas do Santos iniciaram campanhas online cobrando a reabertura das categorias femininas.O K13 News acompanha o debate: no Dia da Mulher, a voz de uma estrela do Santos ecoa a luta por mais espaço e respeito ao futebol feminino no Brasil. Compartilhe esta reportagem e comente: o que você acha que precisa mudar para o futebol feminino ter mais sustentabilidade e apoio no Brasil?
K13 News – No Dia da Mulher, o grito por igualdade no futebol: quando o sonho de meninas é interrompido.
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