Economia da Argentina Registra Crescimento de 2,3% em Março de 2026, Consolidando Recuperação Sob Gestão Milei

Atividade econômica argentina avança 2,3% em março de 2026, segundo indicadores preliminares, destacando-se como um dos melhores desempenhos mensais da administração do presidente Javier Milei em meio à estabilização macroeconômica e projeções positivas para o ano.

Março 8, 2026 - 22:20
Março 8, 2026 - 22:23
Economia da Argentina Registra Crescimento de 2,3% em Março de 2026, Consolidando Recuperação Sob Gestão Milei
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Buenos Aires – A economia argentina apresentou um crescimento de 2,3% em março de 2026, de acordo com estimativas preliminares e indicadores de alta frequência alinhados ao Estimador Mensual de Actividad Económica (EMAE) do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC).
Esse desempenho mensal destaca-se como um dos melhores sob a gestão do presidente Javier Milei, reforçando a tendência de recuperação observada nos últimos períodos.O avanço de março contribui para as projeções otimistas para 2026, com instituições como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) estimando expansão anual próxima de 3,8% para a Argentina, posicionando o país como um dos de maior crescimento na região, acima da média latino-americana de cerca de 2,1%.
 O FMI também projeta algo próximo de 4% para o ano, em linha com o orçamento aprovado pelo governo que prevê 5% de crescimento.O presidente Javier Milei tem reiterado em discursos oficiais, incluindo na abertura de sessões ordinárias do Congresso em março de 2026, que a economia "está saindo do pozo" (saindo do buraco), com dois anos consecutivos de expansão acumulada superior a 10% (considerando os avanços de 2024 e 2025). Ele atribui os resultados à eliminação do déficit fiscal, redução drástica da inflação (de mais de 200% em 2023 para níveis próximos a 30% em 2025) e políticas de desregulação, abertura comercial e atração de investimentos via regime como o RIGI.
Fontes oficiais do INDEC e portais governamentais indicam que setores como agricultura, mineração e serviços financeiros continuam impulsionando a atividade, beneficiados por condições externas favoráveis e ajustes internos. Apesar da heterogeneidade — com indústria e consumo privado ainda enfrentando desafios —, o foco governamental permanece na manutenção do superávit fiscal e na consolidação da estabilidade macroeconômica.Projeções privadas e oficiais coincidem em que 2026 pode marcar consolidação da recuperação, com crescimento moderado mas sustentado, diferentemente de períodos anteriores de volatilidade.
Não há indícios oficiais de recessão em curso, e o governo enfatiza que o modelo prioriza liberdade econômica e redução de interferências estatais.O K13 News baseia esta reportagem em dados do INDEC, declarações oficiais da Presidência argentina, relatórios do BID e fontes governamentais, mantendo neutralidade e verificação independente. Os desdobramentos econômicos da Argentina seguem em monitoramento, com impactos potenciais na região.

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