Sri Lanka recupera corpos e resgata sobreviventes de fragata iraniana afundada por submarino dos EUA

Marinha do Sri Lanka recuperou 87 corpos e resgatou 32 tripulantes vivos da fragata iraniana IRIS Dena, afundada por torpedo de submarino americano em águas internacionais ao sul de Galle. Navio, considerado "prêmio" pelo Pentágono, levava cerca de 180 pessoas; busca por desaparecidos continua. Incidente amplia zona de conflito na guerra contra o Irã. Detalhes no K13 News.

Março 4, 2026 - 19:56
Março 4, 2026 - 20:01
Sri Lanka recupera corpos e resgata sobreviventes de fragata iraniana afundada por submarino dos EUA
by Reuters
sobreviventes de fragata iraniana afundada por submarino dos EUA no Oceano Índico sao resgatados por marinha di Sri Lanka
Por Redator-Chefe K13 News – 04 de março de 2026
A Marinha do Sri Lanka anunciou nesta quarta-feira (4) que recuperou 87 corpos e resgatou 32 tripulantes vivos após o afundamento da fragata iraniana IRIS Dena em águas internacionais no Oceano Índico, cerca de 40 km ao sul da cidade de Galle. O navio, com cerca de 180 tripulantes a bordo, foi atingido por um torpedo lançado por um submarino da Marinha dos Estados Unidos, confirmou o secretário de Defesa americano Pete Hegseth em briefing no Pentágono.O incidente ocorreu na madrugada de terça para quarta-feira (3-4), quando a embarcação emitiu sinal de socorro informando explosão e afundamento rápido. Equipes da Marinha, Força Aérea e Guarda Costeira do Sri Lanka chegaram ao local e encontraram manchas de óleo, botes salva-vidas e corpos flutuando na água. Os 32 sobreviventes, todos iranianos, foram levados ao hospital em Galle para tratamento — muitos com ferimentos por impacto ou hipotermia. Cerca de 61 pessoas permanecem desaparecidas, com esperanças baixas de mais resgates vivos.Hegseth descreveu o IRIS Dena como o "navio prêmio" da República Islâmica, destacando que o afundamento por torpedo representa "a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que um submarino americano afunda uma embarcação inimiga". Ele afirmou que o navio "pensava estar seguro em águas internacionais", mas foi alvo preciso da Operação Epic Fury, que visa destruir capacidades navais iranianas em retaliação aos ataques de mísseis e drones contra Israel e aliados.A fragata, da classe Moudge, participava recentemente de exercícios navais no Golfo de Bengala e seguia de volta ao Irã quando foi atingida. O ataque amplia dramaticamente a zona de conflito: de focado no Golfo Pérsico e Oriente Médio para o Oceano Índico, ameaçando rotas comerciais globais e aumentando riscos para navios civis.O governo do Sri Lanka, neutro no conflito, expressou "profunda preocupação" com a escalada e reiterou que o incidente ocorreu fora de suas águas territoriais. Colombo coordena com a ONU e nações envolvidas para repatriar corpos e sobreviventes. O Itamaraty monitora possíveis impactos indiretos no comércio marítimo, já que o Oceano Índico é rota vital para exportações brasileiras.O Irã condenou o ataque como "crime de guerra" e prometeu retaliação, enquanto o Pentágono mantém que a operação é "precisa e limitada". A ONU convocou reunião de emergência para discutir a expansão do conflito.O K13 News acompanha os desdobramentos: com mais um golpe naval significativo, a guerra entra em nova fase de confrontos assimétricos e riscos humanitários.Compartilhe esta reportagem e comente: esse ataque submarino muda o equilíbrio naval no conflito ou apenas prolonga o sofrimento?K13 News – Cobertura global da guerra que chega ao Índico.

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