Trump avalia possível cronograma para ação militar contra o Irã enquanto o Pentágono acelera os preparativos

Autoridades de segurança nacional informaram ao presidente Donald Trump que as forças armadas dos EUA poderiam estar prontas para lançar ataques contra o Irã já no sábado, 21 de fevereiro. Embora nenhuma decisão final tenha sido tomada, os preparativos militares estão aumentando as tensões no Oriente Médio.

Fevereiro 19, 2026 - 02:11
Trump avalia possível cronograma para ação militar contra o Irã enquanto o Pentágono acelera os preparativos
Getty Images

Autoridades de segurança nacional dos EUA informaram ao presidente Donald Trump que as forças armadas poderiam estar preparadas para lançar possíveis ataques contra o Irã já no sábado, 21 de fevereiro, de acordo com fontes próximas à Casa Branca.

Segundo relatos, o Departamento de Defesa dos EUA já acelerou o planejamento operacional, posicionando recursos navais, aéreos e logísticos em pontos estratégicos do Oriente Médio para permitir uma resposta rápida caso uma intervenção seja autorizada.

Preparação sem decisão final

Embora as forças armadas estejam tecnicamente prontas para agir neste fim de semana, as mesmas fontes enfatizam que nenhuma decisão política final foi tomada e que qualquer operação efetiva pode se estender além dos próximos dias.

Analistas militares explicam que esse tipo de alerta faz parte dos protocolos padrão em situações de crise, permitindo que o presidente tenha opções imediatas enquanto as negociações diplomáticas estão em andamento.

Diplomacia em um momento crítico

O anúncio ocorre em meio ao crescente atrito entre Washington e Teerã, após semanas de advertências mútuas, movimentações de tropas e divergências sobre o programa nuclear iraniano.

No entanto, especialistas apontam que encerrar as negociações seria prematuro, já que historicamente os canais diplomáticos tendem a permanecer abertos mesmo em períodos de alta tensão.

Impacto Regional

Qualquer ação militar poderia ter consequências significativas para a estabilidade regional, afetando rotas comerciais, preços da energia e a segurança dos aliados dos EUA no Golfo Pérsico.

Por ora, a região permanece em alerta máximo, aguardando a decisão final de Washington, enquanto a comunidade internacional apela para que se evite uma escalada que possa levar a um conflito maior.

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