EUA Confirmam Uso de “Arma Sônica Secreta” em Operação que Depôs Nicolás Maduro e Reacendem Debate sobre Tecnologias Militares
O governo dos Estados Unidos admitiu pela primeira vez que forças especiais utilizaram um dispositivo de tecnologia sônica classificada durante a operação militar que culminou na captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. Embora detalhes técnicos permaneçam secretos e a veracidade total dos relatos ainda não seja oficialmente verificada, a declaração do presidente Donald Trump e o compartilhamento de testemunhos pela Casa Branca intensificaram um debate global sobre o papel de armamentos de energia dirigida e as implicações geopolíticas da intervenção americana na Venezuela.
EUA Reconhecem Uso de Arma Classificada como secreta em Operação na Venezuela
WASHINGTON — Em um desenvolvimento internacional que promete alterar o debate sobre tecnologia militar e normas de conflito, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu que uma arma sônica de características secretas foi usada durante a operação que resultou na derrubada e captura do ex-lider venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.
O episódio — denominado internamente como Operação Resolución Absoluta — mobilizou forças especiais, incluindo unidades da Delta Force, e terminou com Maduro e sua esposa Cilia Flores sendo transportados para os Estados Unidos sob acusações federais.
A possibilidade de uso de armamento acústico ou de energia dirigida começou a circular dias após o ataque quando Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, compartilhou nas redes sociais o relato anônimo de um suposto soldado venezuelano que descrevia um dispositivo emitindo uma “intensa onda sonora” que teria deixado combatentes incapacitados, sangrando pelo nariz e com vômitos de sangue.
Ao ser questionado durante uma entrevista ao canal NewsNation, Trump confirmou a existência do equipamento — referindo-se a ele como uma tecnologia exclusiva que “ninguém mais possui” — embora tenha se recusado a fornecer especificações técnicas ou classificá-lo formalmente. “Temos armas que ninguém mais conhece… provavelmente é melhor não falar sobre elas, mas temos algumas armas incríveis”, declarou o presidente ao comentar o ataque.
Armas Sônicas e Energia Dirigida: Mito ou Tecnologia Real?
Especialistas em defesa observam que o conceito de armas sônicas ou de energia dirigida — dispositivos que utilizam ondas sonoras, micro-ondas ou outros mecanismos não letais para desorientar, incapacitar ou neutralizar alvos — não é inteiramente novo. Equipamentos como o LRAD (Long Range Acoustic Device) e sistemas de energia direcionada vêm sendo estudados há anos, ainda que nunca tenham sido confirmados em uso em combate com eficácia letal ou incapacitação massiva de tropas.
Até o momento, não há confirmação oficial independente de que a arma descrita nos relatos foi realmente usada — e órgãos de imprensa apontam para a possibilidade de que o episódio tenha ganhado tração como um elemento de propaganda ou narrativa política, dada a ausência de evidências técnicas verificáveis.
No entanto, a admissão presidencial e a circulação amplificada das descrições reacenderam temores e debates internacionais sobre os limites éticos e legais do uso de tecnologias avançadas em operações militares, especialmente em um contexto tão sensível quanto a intervenção direta de uma potência estrangeira no território de um Estado soberano.
Repercussões Geopolíticas
A reação internacional tem sido imediata: autoridades estrangeiras, incluindo representantes russos e latino-americanos, exigiram esclarecimentos sobre o que classificam como “armas nunca antes vistas em um campo de batalha”. A própria narrativa da Casa Branca, ao incentivar a circulação dos relatos, levantou questões sobre a estratégia de comunicação do governo Trump e sua intenção geopolítica na região.
Enquanto isso, analistas de defesa continuam divididos entre a possibilidade de que os relatos exagerem capacidades reais e a hipótese de que os Estados Unidos realmente possuem um arsenal de tecnologias inéditas que, se confirmadas, poderiam redefinir padrões de poder militar global.
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