Mianmar em crise após terremoto devastador de 7,7: Mais de 2.000 mortos e desespero nas ruas
O terremoto de magnitude 7,7 em Mianmar deixa mais de 2.000 mortos, destruindo a infraestrutura do país e desencadeando uma crise humanitária.

Mianmar está enfrentando uma das piores tragédias da história recente após o devastador terremoto de magnitude 7,7, que deixou mais de 2.000 mortos e milhares de feridos em todo o país. À medida que os esforços de resgate continuam, os sobreviventes enfrentam recursos escassos, falta de assistência médica e medo de novos tremores secundários.
O desastre em números
Magnitude: 7,7 na escala Richter
Número de mortos: Mais de 2.000, segundo relatórios preliminares
Feridos: São milhares
Infraestrutura: Hospitais desabaram, estradas intransitáveis e falta de energia em várias cidades
O epicentro do terremoto foi localizado na região de Sagaing, uma área densamente povoada, e seus efeitos foram sentidos até em Bangkok, na Tailândia. Testemunhas descrevem cenas de caos, com prédios desabando e famílias presas nos escombros.
Resgate contra o relógio
As equipes de emergência estão trabalhando incansavelmente, mas a falta de maquinário pesado e estradas destruídas estão dificultando seus esforços. "Estamos cavando com nossas próprias mãos. Não temos outra escolha", disse um voluntário em Mandalay.
Além disso, os tremores secundários constantes estão causando pânico na população e forçando milhares de pessoas a dormir nas ruas, com medo de que suas casas desmoronem.
Resposta internacional
Dada a magnitude do desastre, vários países ofereceram sua ajuda:
A China enviou uma equipe de busca e resgate, bem como suprimentos médicos.
A Índia ofereceu equipamentos de emergência e assistência financeira.
A Rússia enviou um contingente de médicos e especialistas em desastres.
No entanto, a crise política em Mianmar, que está controlada por uma junta militar desde o golpe de 2021, está complicando a chegada de ajuda estrangeira. Organizações humanitárias exigiram acesso irrestrito às áreas afetadas.
O medo persiste
Enquanto isso, milhares de famílias tentam sobreviver com recursos escassos, refugiando-se em acampamentos improvisados com acesso muito limitado a água potável, comida e assistência médica.
"Perdemos tudo. Nossa casa desabou. Não sabemos o que fazer", disse uma mãe nas ruas de Naypyidaw.
Com o passar do tempo, o número de mortos continua aumentando, e a comunidade internacional observa essa catástrofe se desenrolar com preocupação.
O que vem depois?
Espera-se que os esforços de resgate se intensifiquem nos próximos dias, com mais países oferecendo ajuda humanitária. No entanto, a recuperação de Mianmar será um processo longo e doloroso.
???? Continuaremos a relatar os desenvolvimentos da crise em Mianmar.
La tragedia crece tras el #terremoto de 7.7 que dejó más de 2 mil muertos en #Myanmar. Mientras las labores de rescate continúan, los sobrevivientes enfrentan la escasez de recursos y el miedo a las réplicas. Países como China, Rusia e India han levantado la mano para brindar… pic.twitter.com/AVephNfec2 — K13 News (@K13News) April 1, 2025
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